OUT THERE

Veit Stratmann

De Bochum (Alemanha), Veit Stratmann vive em Paris (France).

Stratmann trabalha em tono de algumas questões centrais, como por exemplo: pode um gesto artístico ser baseado na noção de escolha, de tomada de decisão, ou a posição tomada por quem vê a obra de arte? Pode esta tomada de decisão torna-se material construtivo/útil? Se o acto político origina tomada de decisão, pode o encontro com arte gerar uma oscilação permanente entre a política e o gesto artístico? Pode um trabalho artístico ter que adicionar um significado ou um sentido a ser dado / indicado a um certo espaço ou situaçãoo ouy pode um gesto artístico desfazer a coerência de um dado contexto, criar um parêntesis ou construir um buraco de eterno retorno neste sentido de modo a gerar uma condição estatutária difusa? Pode esta condição estatutária tornar-se em matéria de criação?

Winnie HO (Superhova)

Winnie HO (Superhova) é uma artista da área das artes performtaivas que joga com a alquimia do espaço, emoções e desperdicios que pairam em matérias vivas e não-vivas. Winnie cria práticas em espaços  site-specific onde a fronteria entre espectador e performer pode-se dissolver e ser redefinida na presença da experiência imediata. O seu trabalho permite uma espécie de digressão, mudança e transformação através de diálogos abertos e intuição colectiva em ambientes mais experimentatlistas. Os interesses de Winnie Superhova e a sua pesquisa incluí a prática de empatia, performances telepáticas e dialogar com plantas e objectos. Os seus trabalhos de character duracional e site specific têm sido apresentados na Europa (Alemanha, Suécia, Finlândia), Canadá (Calgary, Montreal) e EUA (Austin, Nova Iorque e Filadélfia).

Samuel Draper

Samuel Draper é bailarino e artista britânico sediado em Estocolmo. No passado 4 anos, tem trabalhado com o Culbergballet, ond eteve o privilégio de trabalhar com Cristian Duarte, Trajal Harrell, Deborah Hay, Stina Nyberg e Jefta van Dinther. Ele é um membro do colectivo TOGETHER ALONE, trabalhando com Frederic Gies, nomeadamente no WOMANLY PANTHER.

Samuel é artista tatuador amador, dj, escritor, estudante da Escola de Body-Mind Centering e da Faculdade de Estudos Astrolágicos, em Londres.

Hamish Fulton

Born England 1946.

1964-1969 Hammersmith College of Art, London. St Martins School of Art, London , Royal

College of Art, London.

Selected Solo Exhibitions:

2018 Bombas Gens Centre D’Art, Valencia (forthcoming)

2014 Villa Merkel, Esslingen.

2013 Regional d'art Contemporain, Sete

2012 Ikon Gallery, Birmingham.

2002 Tate Britain, London.

2001 Museu de Serralves,Porto.

1990 National Gallery of Canada, Ottawa.

1985 Stedelijk Van Abbemuseum, Eindhoven.

1975 Kunstmuseum Basel.

1969 Konrad Fischer, Dusseldorf;

Catalogues by Hamish Fulton include:

‘El Camino .Rutas Cortas Por La Peninsula Iberica’ .Published in 2008 [the catalogue

includes two coast to coast walks, from and to Porto in 2001 and 2004.]

On February 2, 1967, Hamish Fulton made his first ‘artwalk’, with fellow students from St

Martins in central London out to the countryside.

After completing a walk of over a thousand miles in 1973, Fulton has committed himself to

making art only about the experience of particular walks.

In 1977, to counter being wrongly categorised as a 'Land Artist', Hamish Fulton coined the

term, 'Walking Artist’. Since the early seventies, the artist has completed approximately

2,500 full days of walking.

Hamish Fulton believes that the experience of walking

Rui Catalão

(n. 1971) Apresentou nos últimos sete anos uma série de solos autobiográficos: “Dentro das palavras”, “Av. dos Bons Amigos”, “Canções i comentários”, “A Grande Dívida – ciclo de conferências”, “Conquista de Ceuta” e “Trabalho Precário”. Neles faz o retrato da vida privada da sua geração. Usando este modelo autobiográfico, dirigiu ainda o jovem amador de origem moçambicana Luís Mucauro no solo “Medo a caminho”. Em 2016 apresentou “Judite” (no Teatro Nacional D. Maria II) e, já em 2017, “Assembleia” – peça em que o público é convocado para debater assuntos que interessam à comunidade. Em 2006-2009 concentrou o seu trabalho na Roménia, onde dirigiu, entre outras, as peças de grupo “Atât de frageda”, “Follow that summer”, e os ciclos de improvisações “Acum totsi impreuna” e “Rui”. Mais recentemente, tem desenvolvido projectos pedagógicos, como a oficina de teatro “Agora, faz tu!”, com incidência em métodos de trabalho, construção dramatúrgica, autonomia criativa e tomadas de decisão em tempo real. Escreveu também “Ester” para o programa de teatro juvenil Panos, da Culturgest. O seu trabalho ronda a fronteira entre o espaço privado e o espaço público, os temas da memória, da fragilidade, da manipulação e da transparência. Nos últimos 16 anos, trabalhou em peças de João Fiadeiro (estreou-se com “O que eu sou não fui sozinho”, em 2000), Miguel Pereira, Ana Borralho-João Galante, Farid Fairuz/Mihai Mihalcea, Manuel Pelmus, Brynjar Bandlien, Mihaela Dancs, Madalina Dan, Edi Gabia e, mais recentemente, as revelações Sofia Dinger, Urândia Aragão e Elmano Sancho. Também trabalhou com Tonan Quito na encenação de “Fé, Caridade, Esperança”, em que reescreveu parcialmente o texto de Odon von Horvath a partir de testemunhos dos amadores que participaram no espectáculo. Para cinema, escreveu os guiões de “O capacete dourado” e “Morrer como um homem”, participou como actor em “A Cara que mereces”, foi jornalista, programador de cinema, crítico musical e de literatura no jornal Público e no Jornal de Sintra. Organizou e editou “Anne Teresa De Keersmaeker em Lisboa” e escreveu “Ingredientes do Mundo Perfeito”, sobre a obra teatral de Tiago Rodrigues. 

Pedro Tudela

Nasceu em Viseu, em 1962. Concluiu o Curso de Pintura da Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP) em 1987. Professor Auxiliar da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP). Enquanto aluno da ESBAP, foi cofundador do Grupo Missionário: organizou exposições nacionais e internacionais de pintura, arte postal e performance. Participa em vários festivais de performance desde 1982. Foi autor e apresentador dos programas de rádio escolhe um dedo e atmosfera reduzida na xfm, entre 1995 e 1996. Em 1992, por ocasião da exposição Mute ... life, funda o coletivo multimédia Mute Life dept. [MLd]. Enveredou pela produção sonora em 1992, participando em concertos, performances e edições discográficas, em Portugal e no estrangeiro. Cofundador e um dos elementos do projeto multidisciplinar e de música digital @c. Membro fundador da media label Crónica. Trabalha em cenografia desde 2003. Expõe individualmente com regularidade desde 1981. Participa em inúmeras exposições coletivas em Portugal e no estrangeiro desde o início da década de 80. Encontra-se representado em museus, coleções públicas e particulares. Vive e trabalha no Porto.

 

Mais info em:

www.pedrotudela.org

http://www.at-c.org

Claudia Hill

Claudia Hill é uma artista inter-disciplinar que cria objectos para encontros personalizados.

O seu sujeito de pesquisa é o corpo em relação ao textile, performance e colaborações em comunidade. A sua obra varia desde o cinema a design de figurinos e desenhos para livros de artista a performances visuais como por exemplo ZMK ou Centre Pompidou. O seu trabalho é apresentado com regularidade no HAU Berlim, onde mais recentemente fez parte de Unacknowledged Loss.

Claudia é membro do colectivo artístico Supernova, que se formou a partir da performance interdisciplinary Sketeches / Notebook, de Meg Stuart, coreógrafa com quem também colabora.

Como figurinista trabalhaou com em projectos com William Forsythe, The Wooster Group, Michaël Borremans e Boris Achour.

Viveu 13 anos em Nova Iorque onde colaborou em diversos artistas e diferentes projectos. Desde 2008, vive e trabalha em Berlim.

Ricardo Jacinto

Oriundo de Lisboa, Ricardo Jacinto tem vindo a construir, em articulação com a sua atividade como artista plástico, uma carreira de violoncelista com atividade regular no campo da música improvisada e experimental, marcada por uma abordagem de exploração meticulosa em torno das potencialidades tímbricas do instrumento e da sua relação com o espaço.

Colabora regularmente com o saxofonista Nuno Torres nos CACTO e é membro dos grupos THE SELVA, HARMONIES, PINKDRAFT, PHONOPTICON e LISBON FREEDOM UNIT.

Entre os inúmeros músicos com quem tem colaborada contam-se C Spencer Yeh, David Maranha, Jean Luc-Guionnet, Helena Espvall, Manuel Mota, @C, Angélica Salvi, Luis Lopes, Norberto Lobo, Pascal Niggenkemper, Ernesto Rodrigues, Susana Santos Silva, Rodrigo Pinheiro ou Shiori Usui. Tem apresentado a sua obra em concertos, exposições e performances por toda a Europa. A sua música é editada por Clean Feed, Shhpuma Records e Creative Sources. Atualmente é investigador no Sonic Arts Research Center da Queen´s University em Belfast.

As instalações de Ricardo Jacinto têm sido apresentadas em várias instituições de arte contemporânea em Portugal e na Europa: 10ª Bienal de Arquitetura de Veneza, Projet Room CCB (Lisboa), MUDAM (Luxemburgo), Centro Cultural Gulbenkian (Paris), Manifesta 08 (Roveretto), Frac Loraine (Metz), OK CENTRE (Linz), CHIADO 8_Culturgest (Lisboa) e Casa da Música (Porto), entre outras. Tocou em várias salas e festivais em Portugal e no estrangeiro: Teatro Maria Matos (Lisboa), Palais de Tokyo (Paris), SARC (Belfast), Fundação de Serralves (Porto), Festival VERBO (São Paulo), Festival Temps d’Images (Lisboa), Theatro Circo (Braga), Culturgest (Porto e Lisboa), ZDB (Lisboa), Ausland (Berlim), Kabinett 0047 (Oslo), Stadtgarden (Colónia), Fundação Calouste Gulbenkian (Paris), Sonoscopia (Porto), entre outros.

Aeron Bergman & Alejandra Salinas

Aeron Bergman (Detroit, EUA) e Alejandra Salinas (La Rioja, Espanha) são uma dupla de artistas sediados em Portland, Oregon. O duo fundou o espaço gerido por artistas Institute for New Connotative Action: INCA e a editora independente INCA Press. Viveram em Nova Iorque, Toronto, Detroit, London, Barcelona, Gothenburg, Oslo, Seattle, e agora mais recentemente em Portland.

Aeron Bergman e Alejandra Salinas têm trabalho já apresentado em instituições internacionais como por exemplo 4th Athens Biennale; 1st Bergen Assembly Triennial; 2007 Turku Biennial; 1st Struer Tracks Sound Art Biennial; Steirischer Herbst 2013, Graz; Fundação de Serralves, Porto; Eastside Projects, Birmingham, Grã-Bretanha; Kunsthalle Exnergasse, Viena; ICC Tóquio; IASPIS, Estocolmo; Lincoln Center e DAC em Nova Iorque; e-flux e Berlin Film Festival em Berlim; Center for Contemporary Art Glasgow; Edinburgh Film Festival e Dundee Contemporary Art na Escócia; MOCA Novi Sad; Taipei Fine Art Museum; Van Abbemuseum, Eindhoven; Centre George Pompidou e Palais de Tokyo em Paris; IMO and Nikolaj Kunsthal em Copenhaga; Henie Onstad Art Center, Kunstnernes Hus e 0047 em Oslo, MUDAM Luxembourg; Ruler e HIAP em Helsinquia; The Luminary, St Louis, e the Ski Club, Milwaukee entre outros.

 

O seu trabalho de arte sonora tem sido difundida em rádio como por exemplo na BBC e Resonance FM, em Londres; WDR Colónia; R2 Madrid; SV2 Estocolmo; Radio France; CBC Canadá; WFMU Nova Iorque; e Taipei Philharmonic Radio.

A dupla ganhou um prémio de distinção em música digital no Prix Ars Electronica in Linz, Aústria.

Nicholas Bussmann

É um compositor e artista: treinado como violoncelista, tem ampliado sua prática em vários gêneros de música, desde a eletrónica à música conceptual, bem como para o campo das artes visuais, performance, cinema e teatro. Ele membro fundador da Kapital Band 1, Nicholas Desamory, Telebossa e Rydberg, entre outros projetos. Como curador, promove música em contexto artístico colaborando com o Berlin Documentary Forum e a décima Shangai Biennale. As suas obras e projetos têm sido realizados em vários locais, espaços de arte, instituições e eventos em todo o mundo, incluindo instituições e eventos como Volksbühne, MaerzMuzik e Haus der Kultur der Welt em Berlim, Fundação de Serralves (Porto), Hangar Bicocca (Milão), CK3 Novisad e Documenta14 Radio/Savvy Funk.

Maile Colbert 

Maile Colbert é uma artista intermedia com foco em som e video. Ela est´ano dercurso do seu PhD Fellow in Artistic Studies sobre estudos sonoros, design de som e time-based media, e soundscape ecology na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. A sua prática actual e projecto de pesquisa tem como título Wayback Sound Machine: Sound through time, space, and place (http://www.mailecolbert.com/proj-wayback.html), e aborda o que nós poderemos recolher ao fazer soar o passado. Ela expôs, projectou e performou em todo o mundo. www.mailecolbert.com

Rui Costa

Artista sonoro oriundo de Lisboa. É membro fundador da Binaural/Nodar, uma associação cultural fundada em 2004 e dedicada à promoção de projetos artísticos participativos e "context-specific" nas comunidades rurais do maciço da Gralheira, distrito de Viseu. Rui Costa tem atuado e exposto o seu trabalho regularmente em Portugal, Espanha, Itália e Estados Unidos, colabora com a artista multimédia Americana Maile Colbert e ministra regularmente workshops dedicados à arte sonora.

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